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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Justiça condena ex-prefeito de Tabocas do Brejo Velho

Junto com a ex-tesoureira do município, o ex-prefeito desviou verba federal que deveria ser aplicada na compra de veículos para transporte escolar no município.

O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) obteve na 17ª Vara Federal Criminal do estado a condenação de Martiniano Gonçalves de Araújo, ex-prefeito de Tabocas do Brejo Velho, a 332 quilômetros de Salvador, e de Jesuíta Reis de Araújo, ex-tesoureira do município, por desvio de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Araújo foi condenado à reclusão por dois anos e seis meses e Jesuíta, por dois anos. Em virtude de a pena não ser superior a quatro anos, de o crime não ter sido praticado com violência ou ameaça e de os réus não serem reincidentes em crime doloso, o juiz federal Cristiano Miranda de Santana substituiu a pena privativa de liberdade por prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas por prazo idêntico ao que seria o da reclusão, além do pagamento de prestação pecuniária: Gonçalves deve pagar cinco salários mínimos e Jesuíta um.

Em 2000, a Prefeitura Municipal de Tabocas do Brejo Velho firmou convênio com o FNDE para a execução do Plano Nacional de Transporte Escolar. Com o valor adquirido por meio do FNDE seriam comprados dois veículos automotores, tipo perua, no valor de 60 mil reais. Foram repassados 50 mil reais e o os 10 mil reais restantes seriam a contrapartida da prefeitura local. O prefeito e a tesoureira sacaram o valor fornecido pelo convênio e não aplicaram em nenhuma despesa pública, tampouco prestaram conta dos recursos federais.

A denúncia, feita pelo MPF/BA há cerca de quatro anos, confirmou o desvio da verba federal por meio de extrato bancário e microfilmagem do comprovante de saque assinado pelos réus. O ex-prefeito e a ex-tesoureira alegaram que o dinheiro desviado foi utilizado em benefício da própria administração pública. Porém, a perícia contábil realizada nas contas apresentadas pela prefeitura não encontrou nenhum indício de aplicação do recurso.

Que vexame

Foi hoje pela manhã na Prefeitura Municipal de Una, onde diversos gabinetes foram fechados e funcionários saindo às pressas, devido a uma brincadeira de mau gosto, onde um irresponsável espalhou de que estava vindo diversos índios em carreata para a sede do paço municipal.

De fato no ano de 2005, diversos índios invadiram a sede da administração municipal, requerendo do prefeito afastado Zé Pretinho (PTB), recursos que deveriam ser empregados na aldeia, e que vinda tendo outros destinos. O prefeito repassou o recurso para Buerarema que repassou para Ilhéus (Ninguém quer responsabilidade com índio)

MPF/BA: suspensa construção de complexo turístico em Ilhéus (BA)

Matéria na integra da Assessoria de Comunicação do MPF Gladys Pimentel Telefone: (71) 3336 2026 E-mail: asscom@prba.mpf.gov.br

TRF1 determinou a paralisação das obras do Complexo Turístico Praia de Batuba até que o estudo e o relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA) sejam elaborados

A construção do Complexo Turístico Praia de Batuba em Ilhéus (BA), a 465 quilômetros de Salvador, terá de ser paralisada até que o estudo e o relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA) sejam elaborados. A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (PRR1) que acolheu, em maio último, recurso proposto há cerca de um ano pelo Ministério Público Federal (MPF) na cidade. Além da imediata paralisação das obras, o TRF1 determinou a suspensão das licenças ambientais concedidas irregularmente pelo município e que os empresários se abstenham de edificar novo empreendimento, de reformar o já existente, de negociá-lo e de realizar qualquer ação antrópica na área de preservação permanente (APP).

“Em que pese a decisão, temos conhecimento de que a maior parte do complexo, senão todo, já se encontra concluído e, inclusive, vem ocorrendo eventos no local. No entanto, a decisão do TRF1 impede novas obras e o funcionamento até que haja regularização ambiental”, disse a procuradora da República Fernanda Oliveira.

Ao entrar com o recurso contra a decisão de primeiro grau, a procuradora argumentou que, ao contrário do que entendeu a Justiça Federal em Ilhéus, a obra trouxe sim impactos ambientais negativos, os quais não foram adequadamente avaliados devido aos vícios do licenciamento ambiental conduzido pelo município de Ilhéus. Ainda, segundo a procuradora, a obra não possui utilidade pública ou interesse social que justifique a supressão da vegetação e a ocupação da faixa de areia.

Nessa mesma linha de argumentação, o juiz federal que apreciou o recurso, David Wilson de Abreu Pardo, disse que “a realização do estudo de impacto ambiental é medida que se impõe e não pode ser afastada nem mesmo por alegação de inexistir nexo entre o empreendimento e eventual risco de degradação ambiental, tampouco pelos sinais de anterior ocupação humana ensejadora de degradação ambiental”.Retrospecto - No ano de 2004, procedimento administrativo do MPF constatou que Edinei Leone do Espírito Santo e Edinei Leone do Espírito Santo Júnior, pai e filho respectivamente, estavam construindo o referido complexo turístico em terreno da União, em Ilhéus, e sem a autorização do Ibama ou da Gerência Regional de Patrimônio da União.
A prefeitura de Ilhéus, na época, alegou que a construção do empreendimento traria benefícios à região, por isso, concedeu a licença ambiental. No entanto o MPF verificou que a licença, concedida pelo município sem estudos de impacto ambiental, era irregular. Além disso, relatório do Ibama apontou degradação da área por interferência humana direta e existência de construções não previstas pelo projeto original.Número da ação para consulta: 2006.33.01.001377-2.

De aprendiz a empresário.

Tudo preparado para a reabertura da Padaria de Barros, que vem com nova filosofia de trabalho, e na direção um dos mais gabaritados panificador de Una, o nosso amigo Zaquel (flamenguista abusado), que é de Canavieiras, mais vive há muito tempo em nossa cidade.

A empresa vem de nome novo, e passará a se chamar Shalom Panificadora e Lanchonete, estando pronta para servir além de pães dos mais variados sabores, doces, salgados, caldos, sucos e sanduíches.

Zaquel, bastante contente com o empreendimento, afirmou a nossa reportagem que vai fazer de tudo para agradar, conquistar e reconquistar os antigos clientes, inclusive vai fornecer no café manhã, mingau e caldo de diversos sabores. Pode virar mais um point atrativo de Una.

Prefeito de Piripá é afastado do cargo

Matéria na integra da Assessoria de Comunicação Social DO MPE Data: 10/06/2008 Redatora: Maiama Cardoso - MTb/BA 2335

O prefeito do município de Piripá, Jeová Barbosa Gonçalves, foi afastado do cargo ontem, dia 9, após o promotor de Justiça Luís Alberto Vasconcelos Pereira conseguir, na Justiça, decisão liminar favorável aos requerimentos apresentados por ele em uma ação cautelar inominada ajuizada em 28 de maio último. O pedido de afastamento foi deferido pelo juiz João Batista Bonfim Dantas, que determinou que o prefeito permanecerá fora do cargo pelos próximos cem dias. A decisão, explica o promotor, irá facilitar a obtenção de elementos necessários à fundamentação da ação civil pública que encontra-se em andamento, e resguardará o patrimônio público, que vem sofrendo “desvios de verbas significativas”.

Segundo o representante do Ministério Público estadual, durante a gestão de Jeová Gonçalves, “foram e ainda vêm sendo praticadas diversas ilegalidades, consistentes em graves atos de improbidade administrativa”. Muitos desses atos estão sendo apurados em três ações civis públicas movidas recentemente contra o prefeito por desobediência a ordens judiciais, dispensa indevida de licitação e aplicação irregular de verba da educação. Por meio de 10 inquéritos civis que encontram-se em andamento, estão sendo averiguadas “sérias irregularidades na administração municipal”, explica Luís Alberto, esclarecendo que todos esses fatos, somados aos atos de improbidade que causaram prejuízos ao erário, além de enriquecimento ilícito, motivaram o pedido de afastamento do gestor de Piripá, município localizado a 630 Km de Salvador.

No documento ajuizado perante a Vara Cível da Comarca de Condeúba, o promotor de Justiça, que é titular dessa comarca, relata que, em outubro de 2007, foi instaurado inquérito civil na Promotoria para apurar supostas contratações irregulares de transportes e veículos utilizados pela administração pública. No decorrer das investigações, explica ele, vários documentos foram solicitados à Prefeitura, que, após receber diversos ofícios, resolveu encaminhar resposta apresentando em anexo cópias de notas de empenho e processos de pagamento relacionados aos ofícios solicitados. Na documentação entregue pelo prefeito, contudo, consta que “nem todas as informações foram atendidas haja vista não ter sido possível identificar e nem encontrar nas pastas de prestação de contas alguns dos documentos solicitados”, reclama o promotor, dizendo que, dos documentos solicitados, apenas uma cópia de um processo de pagamento e seu respectivo recibo foi entregue. Segundo ele, os demais documentos requisitados foram “injustificadamente sonegados”. Aliás, relatório confeccionado após uma operação de busca e apreensão das pastas da prestação de contas do exercício de 2006 indica que vários documentos foram subtraídos como forma de dificultar o andamento das investigações realizadas pelo MP, afirma o promotor.Um dos exemplos citados na ação é o de Fátima Moreira, que, apesar de afirmar nunca ter recebido qualquer valor da Prefeitura e não ter seu nome em nenhum dos documentos encontrados pelo promotor, aparece como recebedora de pagamentos em relação apresentada pelo Tribunal de Contas dos Municípios. Ainda sobre ela, afirma Luís Alberto, recai a suspeita de ter aberto uma conta corrente para ser utilizada por Jeová Gonçalves em suas relações “escusas e ilícitas”. Fátima Moreira, apesar de afirmar que sua conta tinha pequena movimentação financeira e negar a sua utilização como instrumento para desviar recursos públicos, teve confirmado o recebimento de depósitos no montante de R$ 271.432,01 e constatado o depósito de dinheiro originário do Município em sua conta. Na ação, o promotor lembra ainda que já foi exarada decisão judicial determinando o bloqueio dos bens do prefeito, mas a medida restou parcialmente prejudicada por causa da inexistência de bens registrados em nome de Jeová Barbosa Gonçalves que, sequer, possui movimentação bancária significativa, o que, para o promotor, “reforça a tese de utilização de ‘laranjas’ na sua empresa criminosa”.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Sorteado o relator na terceira Ação Penal Originaria contra Zé Pretinho.

Dr. Carlos Roberto Santos Araújo é o nome do desembargador responsável pela terceira Ação Penal Originária movida pelo Ministério Publico contra o prefeito afastado José Bispo Santos, O Zé Pretinho do PTB.

Essa nova ação foi elaborada e assinada pelo Procurador Eny Magalhães Silva Araújo, pelo Promotor Valmiro Santos Macedo e pelo estagiário do M Rafael Barros S. de P. Barbosa.

A Ação Penal Originaria nº 32870-8/2008, se juntará as de números 68077-4/2007 e 69580-2/2007, estando o Dr. Carlos Araújo, também à frente da primeira, cujo teor é referente aos empréstimos consignados junto ao Banco Matone/RS.

A segunda ação que trata-se das suposta fraude nas licitações já está pronta para julgamento no Pleno Tribunal para julgamento, tendo o relatório sido confeccionado pelo Desembargador Aliomar Silva Brito, e possui 08 volumes.

O prefeito está duplamente afastado pelo juízo de primeiro grau em duas ações civis pública, proposta pelo Ministério Público, um por tempo indeterminado, concernente ao Banco Matone e outro por 120 dias sobre suposta fraude em licitações. O primeiro afastamento começou em 27 de fevereiro e o segundo no dia 05 de março.
Mesmo ingressando com diversos recursos no TJB, Zé Pretinho não conseguiu retornar ao cargo de prefeito, e agora aguarda recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília. Os recursos após vistas no MPF já retornou ao relator, Ministro Nilson Naves, para proferir decisão.

O Processo de Cassação que corre na Câmara de Vereadores encontra-se parado por ordem judicial devido a diversas falhas burocráticas e nos trâmites, cujos argumentos foram apresentadas pelo Dr. Adilson Dantas Conceição ao Juiz da Comarca, que acolheu. A câmara tinha 90 dias para cassar o prefeito, que possivelmente não acorra.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mais uma Ação Penal Originária contra o prefeito Zé Pretinho

E foi ingressado dia 04 deste mês, quarta-feira, pelo Ministério Público Estadual junto ao Tribunal de Justiça, o Una Na Mídia ainda não teve acesso aos novos fatos atribuídos ao prefeito.

O processo de n.º 32870-8/2008, se juntará as outras duas Ações Penais Originária de números 68077-4/2007 e 69580-2/2007, uma sobre o Banco Matone e outra a respeito das contas de 2005, onde o TCM, mesmo encontrando diversas irregularidades aprovaram as contas do prefeito.

Zé Pretinho (PTB) está duplamente afastado do cargo de prefeito pelo juízo de primeiro grau em duas Ações Civis Públicas, proposta pelo Ministério Público Estadual, órgão o qual continua investigando o prefeito por outros fatos. Ele já esgotou todos os recursos no TJB e agora espera resposta do STJ.

domingo, 8 de junho de 2008

Matone afirma que age dentro de regras do BC

Do Jornal A Região desde fim de semana
em ofício encaminhado ao jornal A Região e ressalta seus 40 anos de história no Rio Grande do Sul e no resto do país, onde “sempre conduziu seu trabalho com seriedade e solidez”.

A nota explica que o Matone “exerce, na prática, a missão de oferecer aos clientes, sejam eles investidores ou tomadores de crédito, apoio e orientação financeira baseados nos princípios de ética, transparência, respeito, solidariedade e de valorização humana”.

“É importante ressaltar que o Matone rege seu negócio seguindo e obedecendo rigorosamente às orientações e normas do Banco Central do Brasil, autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional”.

O banco faz questão de ressaltar que “já se colocou à disposição para esclarecer, junto ao Ministério Público, assuntos relacionados à concessão de crédito consignado nos municípios na Bahia, buscando auxiliar na identificação dos responsáveis pelas irregularidades encontradas durante esse processo”.

”O Matone também está disponível para o atendimento à formadores de opinião e comunidade, buscando tranqüilizar as relações estabelecidas naquela região e baseadas nos valores institucionais”.

Esclarecendo “Em relação às matérias veiculadas envolvendo o nome do Banco Matone S.A., vimos prestar os seguintes esclarecimentos:

O Banco Matone concedeu financiamento aos funcionários das pefeituras dos municípios, tendo observado rigorosamente a legislação pertinente:

a) Foi selado um convênio com a Prefeitura para concessão de financiamento a seus funcionários;
b) Estes apresentaram ao Banco seus contracheques com margem adequada para a sua concessão;
c) Apresentaram igualmente comprovante de residência;
d) Firmaram os contratos de financiamento, tendo os mesmos sido averbados à Prefeitura;
e) Diante da documentação apresentada, o Banco creditou os valores diretamente nas contas corrente dos respectivos tomadores. O Banco, no resguardo dos seus direitos, está acompanhando as investigações em curso para adotar as providências que se fizerem necessárias”.

Quem retém título eleitoral alheio, muita calma nessa hora.

É que o Tribunal Superior Eleitoral desenvolveu uma nova técnica chamada Urnas Biométricas, que vai identificar o eleitor pelas impressões digitais, igual o ponto eletrônico do Governo Federal, que também deveria se institucionalizado nos governos estaduais e municipais.

Aqueles que retém títulos alheios em casa, ainda devem usar a pratica nessas eleições, uma vez que o novo sistema apenas será testado em cidades do Norte, Centro-Oeste e Sul do país, as quais haverá um recadastramento eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral espera que em (10) dez anos o novo sistema esteja implantando em todo o país, para que exista mais transparência no sistema eleitoral. Tem muita gente em Una pedindo que esses (10) dez anos demore bastante.

sábado, 7 de junho de 2008

Quadro político indefinido em Una

Pelo Radialista Renê Sampaio – DRT 6.319

A situação das composições e alianças política do município de Una, ainda há nada de certeza, embora as convenções partidárias comecem a partir do dia 10 se estendendo até o dia 30 deste mês, e podendo os partidos registrarem seus candidatos até as 19:00 horas do dia 05 de julho. De 30 de junho até o às 18:59 do dia 05 de julho, muitas atas das convenções devem ficar em aberto.

Existe uma pesquisa eleitoral, já registrada inclusive, em que mostra o ex-prefeito Dejair (PP), mesmo com uma boa queda, à frente, e uma subida significativa do prefeito em exercício Davi Cerqueira (PSB), porém existem outros candidatos como Profª Jane (PDT), Tia Nara (PHS), Zé Pretinho (PTB) e Beto Careca (PC do B), tecnicamente empatados, e no fim da fila aparecem o ex-Deputado Roland Lavigne (PSDB), o Profº Gilberto (PT) e Natanael do Sindicato (PRB).

O PSB que é presidido pelo prefeito Davi Cerqueira; o PR, DEM e PP controlado pelo ex-prefeito Dejair Birschner e o PC do B, presidido por Roberto Carlos, porém tendo Beto Careca como pré-candidato e uma forte liderança no partido, marcaram suas convenções para o dia 29.

A verdade é que Dejair, em tese, só tem a chance de subir juntinho a ele no mesmo palanque o prefeito em exercício Davi Cerqueira, se não for candidato e seu ex-contador Beto Careca. Davi, se desejar ser candidato tem mais ampla condição de aglutinar maiores pessoas em seu grupo, porém tem pouco tempo para caminhar (ou administra ou faz política).

Davi, acaso seja candidato, deve enfrentar dificuldades em relação a seus vereadores, vez que Nogueira (DEM), Antonio Silva (PR) e Roberval (PR), tem seus partidos sob o controle do ex-prefeito Dejair, já Alfeu Oliveira e Fernando Paulo, ambos do PT do B, estão ainda com as rédeas presas ao prefeito afastado Zé Pretinho, já Itanael de Góes do PHS, poderá ficar na mesma chapa da também vereadora Nara Muniz, que pretende se lançar candidata a prefeita.

Desgarrado mesmo vai estar o pretenso candidato Roland Lavinge (PSDB) que ainda não deu as caras, e entendemos seja muito difícil entrar agora no jogo (ele não dar pulo errado), rodou e sondou diversos grupos políticos, porém não encontrou encosto, e agora a situação dele fica difícil, devido à nova liderança do prefeito em exercício, que cresceu na pesquisa, e pode dar páreo ao ex-prefeito Dejair.

Pode também ocorrer a montagem de um supergrupo político, uma espécie de todos contra um, a fim de enfrentar ou Dejair com Roberval (esse corre por fora), ou Dejair com Beto, ou Dejair com Davi. Isso pode não ser bom sinal para o futuro político de Una, devido aos compromissos políticos de um lado e o financeiro do outro, que devem ser ampliados.