Apoio cultural

terça-feira, 19 de junho de 2007

Imigração japonesa passa despercebida,


Mesmo sendo um marco importante para o município de Una, pois concentra a maior colônia da raça amarela no estado da Bahia e uma das mais importantes do Brasil, nada foi feito pelo Departamento de Cultura para lembrar a data comemorativa aos 50 (cinqüenta) anos da chegada dos primeiro colonos asiáticos.

Os japoneses representam um significativo avanço na economia do município e na parte cultural, pouco explorada pelo poder público. Através dos imigrantes foram introduzidas no município às diversificações da agricultura que proporcionou a Una, grandes títulos na década de 80 como um dos maiores produtores de cacau da Bahia.

A raça amarela também não permitiu que o município ficasse a mercê apenas do cultivo cacaueiro, sofrido pela praga da vassoura de bruxa na década de 90, transformando o município num grande exportador de guaraná no mesmo período e já na fase atual no cultivo e exportação do mangustin.

As nossas autoridades políticas precisam agir mais nesses aspectos e investir na manutenção da tradição japonesa em nossa comunidade. Pois ela se tornará ainda melhor à diversificação agricultura na comunidade unense.

Nos anos 60 havia na Colônia de Una competições esportivas que demonstravam a importância em se manter a tradição e ainda há poucos dias, isto no ano de 2000 houve a última festa no clube da comunidade japonesa a qual foi marcada pela presença de autoridades, inclusive do Cônsul Japonês no Brasil.

Pagamento na boca do caixa

Em pleno século XXI com o mundo globalizado e todo um sistema informatizado, onde a comunicação é questão de milésimo de segundo para atravessar o mundo do oriente ao ocidente do pólo norte ao pólo sul, o prefeito José Bispo Santos (PT do B), o Zé Pretinho, enfrenta toda essa nova filosofia política-administrativa e implantou o pagamento na boca do caixa a servidores públicos do município.

O pagamento na boca do caixa representa um retrocesso na vida do município uma vez que não se tem a qualidade dos atendimentos bancários, além da demonstração de humilhação aos servidores. Outro fato negativo é o fato de alguns estar em dividas com as instituições financeiras e ao receber seu dinheiro e ao não repassar aos bancos credores suas dividas tende a crescer gradativamente.

Esse tipo de modalidade serve aos péssimos administradores que usam recursos adversos de seu destino correto e na hora de quitar as suas responsabilidades tem de socorrer a dinheiro de origem duvidosa que não podem gerar nas contas públicas junto às instituições financeiras, o que esperamos não seja o caso do prefeito Zé pretinho.

A quem diga que este tipo de modalidade de pagamento é bom pois os recebedores ao invés de pagar ao banco investe no comercio, porém isto é um incentivo maior ainda ao falta de credibilidade e ao aumento da inadimplência, um estímulo ao calote. A obrigação de quem deve é pagar.

O está acontecendo com as finanças do município?

Como se num universo estranho ao da terra gestores anteriores eram criticados em praças públicas e em bares da cidade sobre o destino dos recursos do município, e hoje a renda aumentou gradativamente e nada ver, nem se mantém o que se deixou nem se criam novos horizontes.

Antes que o dinheiro saia pelo ralo, segundo eles, se pagava aos funcionários, fornecedores e prestadores de serviços e ainda se construía. Hoje que o dinheiro tem seu destino certo, nada se constrói, o salário sempre atrasado, fornecedores e prestadores de serviços a ver navios.

Não estar sendo entendido o motivo de tanto desmando administrativo, com um monte de lixo na cidade, iluminação precária, transporte escolar com gravíssimas deficiências, e o pior o patrimônio público entrando em parafusos, uma vez que não estão dando a manutenção correta na frota veicular do município.

A nova gestão não fez a aquisição sequer de um carro de madeira, porém o que se ver é uma frota totalmente terceirizada, o que certa forma isso é bom, mais quando bem terceirizada, porém como se ver em Una é muito difícil de ser entendido, uma vez que além de se alugar o veículo com o motorista os contribuintes ainda têm de pagar o combustível.

Seleção no intermunicipal

Já em fase de testes jogadores convocados estão recebendo preparo físico para a disputa do intermunicipal de futebol amador de seleções promovidos pela Federação Baiana de Futebol.

A seleção de Una que ficou uma boa temporada sem participar da competição voltou no ano passado, se classificando para a segunda fase, quando foi goleado por 5 x 1 pela seleção de Macarani em casa, e perdendo também pelo placar de 3 x 2 naquela cidade.

A competição é importante para a revelação de jogadores amador no cenário do profissionalismo, ou seja, é um caminho menos dificultoso de se chegar a ser um jogador profissional. Também há boas revelações de árbitros.

O Presidente da Liga Sr. Ivanildo dos Santos Leão, o Nidão, afirmou de que já houve o pagamento da inscrição junto da FBF no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais) patrocinada pela Prefeitura Municipal de Una.

O investimento é muito alto em se manter um selecionado numa competição deste nível, principalmente quando se classificada para a fase seguinte, e tem de haver uma forte parceira entre o poder público e as empresas privadas.

Se uma seleção do extremo sul se classifica para uma quarta de final, às vezes tem que disputar com uma seleção do recôncavo baiano, isto significa as vezes mais de 800 km de viagem, e gera um custo alto com hospedagem, alimentação e transporte do elenco.

O premio para uma seleção campeã desse tipo de disputa esportiva é um simples troféu de R$ 500,00 (quinhentos reais) no máximo. O que de fato não compensa o investimento, porém proporciona um minuto de fama ao elenco e a cidade que ali está sendo representada.

Estudantes se queixam do transporte escolar

As promessas de campanha do Prefeito José Bispo Santos (PT do B) em melhorar significativamente a qualidade do transporte estudantil, parece ter sofrido efeito contrario, uma vez que tem se recebido diversas queixas de estudantes no que tange ao serviço de transporte.

Além das constantes queixas da má qualidade há quem lamente pelo péssimo preparo de alguns motoristas que servem na empresa que presta serviço ao município. Senão bastasse estes problemas ainda existem estudantes que estão sendo transportados em cima de carro de carroceria aberta “pau-de-arara”, inclusive ato infracionário de transito, passivo de multa.

Os carros quebram e não são substituídos, havendo a necessidade dos estudantes pagarem passagem nas empresas particulares. Esta é uma afirmativa de um pai de aluno bastante indignado com a situação, e mais adiante ele diz “o prefeito precisa respeitar o povo e dar o mínimo de conforto aos estudantes”.

O Ministério da Educação e Cultura encaminha recursos através do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Básico (FUNDEB) inclusive uma boa quantia todos os meses aos prefeitos para gerirem com responsabilidade, proporcionando a classe estudantil ensino com qualidade, o que não se vem demonstrado no município de Una.

Os professores que ameaçam entrar em greve nos próximos dias alegam que o aumento de repasse do fundo tem de ser também repassado proporcional ao educador, e isto não vem sendo obedecido pelo prefeito Zé Pretinho. Não se sabe onde o dinheiro da educação está sendo aplicado, pois nenhuma escola foi construída no município de Una na atual gestão.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Una as escuras

Dez lâmpadas. Esta é a quantidade de luminárias queimadas a um bom tempo no centro da cidade sem nenhuma providência por parte do setor de iluminação pública da Prefeitura Municipal de Una.

Na avenida David Fuchs, na Rua Felix Caldas, na Rua Rui Barbosa e na rua Edgar Coelho, são alguns pontos às escuras em pleno centro da cidade. Também estão sem iluminação à parte de baixo do bairro Marcel Ganem e com deficiências os bairros Castilho Andrade, Sucupira e Urbis.

O bairro Santa Rita é outra comunidade que está sofrendo a um bom tempo pela falta de apoio do poder público, um problema que se arrasta de muitas gestões, pois a comunidade não dispõe de iluminação pública, e algumas casas usam energia clandestina.

A falta de iluminação pública causa transtorno aos moradores e facilitam as praticas criminosas de roubos, furtos e arrombamentos no período noturno. Os moradores da periferia estão sofrendo horrores à noite em suas comunidades com as constantes presenças de vândalos e criminosos.

Os moradores pagam a Taxa de Iluminação Pública, instituída na gestão anterior cumprindo recomendação do Governo Federal, e é uma contribuição bastante alta atingindo até comunidades da Zona Rural que em nada se beneficia. A taxa que se destina aos cofres públicos municipais tem por obrigação de ser aplicada na manutenção de iluminação pública.

Vereadores de oposição e situação já discutiram a matéria em sessão plenária da Casa Legislativa, alertando ao Prefeito Zé Pretinho, porém em nada contribuiu, pois nenhuma solução foi tomada por parte do Poder Executivo na solução do grave problema.

Nunca mais houve sessão na câmara,

Esta é frase que vem sendo usada pelos assíduos freqüentadores das sessões plenária as terças-feiras na Casa Legislativa. As sessões que tem previsão de duas horas noturnas semanais, com dois recessos anuais, passaram a ser quinzenal e ninguém consegue de explicar qual o motivo de sucessivas suspensões do ato.

As constantes suspensões das sessões vêm acontecendo após o nome do prefeito Zé Pretinho está sempre sendo anunciado nos noticiários das televisões e nos impressos regionais.

Os vereadores se reunem apenas uma vez por semana para discutir as matérias de interesse da coletividade, e não deve se influenciar por noticiários que envolvem o prefeito. Acaso os parlamentares encontrem indícios de envolvimento do chefe do executivo, tem a obrigação de apurar e não encobrir o fato, estas são as palavras de um parlamentar bastante indignado com a situação.

A comunidade espera que a câmara se pronuncie sobre as constantes denuncias veiculas na imprensa falada, escrita e televisiva. O prefeito tem o direito de se defender das acusações e não pode se calar, pois as denuncias são graves, afirmou um vereador da base do governo.

De fato o prefeito José Bispo Santos (PT do B) ainda não se pronunciou sobre as denuncias que estão sendo veiculas nos meios de imprensas e nos procedimentos junto ao Ministério Público Estadual. O que há por parte do prefeito são algumas queixas-crime no Poder Judiciário e Interpelações Judiciais contra algumas pessoas da sociedade e membros da imprensa regional.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Caso Matone. Justiça quebra sigilo bancário de envolvidos denunciados


O Juiz de Direito da Comarca de Una, Dr. Ricardo Dias de Medeiros Netto determinou a quebra de sigilo bancário de quatro denunciados no caso de empréstimo consignado envolvendo o Banco Matone/RS e a Prefeitura Municipal de Una. A decisão do magistrado foi atendendo a uma solicitação do Ministério Público Estadual que investigou o caso.

Já nesta manhã (12) o Prefeito José Bispo Santos (PT do B), o Zé Pretinho, também foi intimado pelo judiciário a apresentar diversos documentos que tratar-se do citado empréstimo. O Prefeito recebeu um prazo de cinco (05) dias para apresentar os documentos, em especial folha de pagamento, que aduz as verdades dos fatos.

Também intimados os gerentes dos Bancos do Brasil e Bradesco em Una e Itajuípe a apresentarem extratos bancários dos denunciados no prazo de trinta (30) dias com todas as movimentações financeiras no período de agosto/2006 a junho deste ano. O magistrado ainda oficializou as Corregedorias da Polícia Militar e do Tribunal de Justiça da Bahia.


As citações causou um grande alvoroço na cidade e uma repercussão à nível de estado, uma vez que foi dado bastante publicidade na mais importante rede de televisão da Bahia. Os quatros primeiros denunciados que não são funcionários da Prefeitura foram enquadrados no crime de falsidade ideológica e estelionato, que juntos podem chegar a uma pena máxima de dez (10) anos de reclusão.

Banco usa código de máfia para se comunicar entre gerência.

Deixe-se contaminar com o vírus da excelência. Este é o código utilizado por diretores do Banco Matone/RS ao gerente do citado banco no estado da Bahia; a correspondência que foi encaminhada em 16 de dezembro de 2006 do gerente em Porto Alegre Dr. Mario Alexandre Dutra de Souza ao gerente em Salvador Dr. Oriovaldo Pereira Lima Filho.

Este código instruiu a gerencia subalterna a aceitar todas as regras impostas pela excelência, que seria o prefeito Zé Pretinho. O vírus como todos sabem é um “diminuto agente infeccioso que não tem capacidade metabólica autônoma e apenas se reproduz no interior de células vivas¹”, resumindo é um anticorpo que se adquire e faz transformações drásticas no corpo humano principalmente.

Anormal num ser vivo, que seria a administração pública, seria a pratica corruptiva exercida pelos seus gestores. Em suma o código traduz categoricamente a infestação da podridão do corpo público, e que é de dever o banco aceitar os ditames do gerente administrativo.

¹- Dicionário Eletrônico Aurélio, século XXI, versão 3.

Correios é puro caos em Una.


Três dias. Este é o tempo que se leva para postar uma correspondência nos correios da cidade de Una, com falta de comodidade e um péssimo atendimento aos clientes, são as constantes reclamações e registros junto a ouvidoria da empresa, porém nenhuma atitude vem sendo tomada.

Pessoas que ficam até quatro horas (04h) numa fila sem atendimento, simplesmente para postar ou receber uma correspondência, assim estar se portando os quatro funcionários da agência, sendo que um deles é servidor da Prefeitura Municipal de Una.

A agência que além de servir aos Correios também serve de banco e caixa eletrônico do Bradesco dispõe apenas de um terminal de atendimento, o que dificulta o atendimento da demanda. Ainda no mês de abril a Procuradoria Geral de Justiça encaminhou sedex ao Vice Prefeito e ao Vereador Nilton Nogueira e estes receberam a correspondência com atraso.

Existem números que podem ser utilizados para os clientes efetuarem as suas denuncias (0**73-3214-8571 e 0800-570-0100) só que de nada vale a pena, pois os problemas vêm de arrastando a longas datas e mesmo com a substituição de funcionários em nada contribuiu para a melhora dos serviços, pois a comunidade permanece sofrendo.