Apoio cultural

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Prefeito andou meio borocoxô no dia de hoje.

As idas e vindas do prefeito Zé Pretinho (PT do B) a Salvador e a Canavieiras não está fazendo bem a seu humor e a sua integração na base política. O prefeito no dia de hoje (29) quando chegou de Salvador foi direto para Canavieiras e quando retornou ao ser procurado por um secretário, pouca atenção lhes deu.

O secretário que é "macaco velho" em política, já não mais deixa transparecer aquela ar de poderio bélico e de autoritarismo, possivelmente notou o abatimento do chefe e desabafou: “se eu fosse ele esqueceria essa questão de re-eleição e procurava regularizar a folha de pagamento de pessoal”.

Essa maré de denuncias do Ministério Público Estadual e Federal, envovelmedo prefeitos da Bahia com pedido de afastamento, cassação e até prisão, está possivelmente incomodando o prefeito, haja vista que os fatos que implicam os gestores são idênticos aos apurados sobre a Prefeitura de Una.

MPF/BA pede afastamento do prefeito de Eunápolis (BA)

Fonte: Assessoria de Comunicação do MPF Gladys PimentelTelefone: (71) 3336 2026 E-mail: asscom@prba.mpf.gov.br
O Ministério Público Federal (MPF) em Eunápolis, a 644 km de Salvador, pediu à Justiça hoje, 29 de agosto, o afastamento cautelar do atual prefeito do município, José Robério Batista de Oliveira, por prática de improbidade administrativa. O gestor é acusado de aplicar irregularmente verbas do Fundo Municipal de Saúde (FMS) para quitar despesas de combustível de toda a frota dedicada à limpeza e coleta de lixo da cidade, de veículos particulares e até de um caminhão-trator que remove trios elétricos. Além do prefeito, vão responder por improbidade administrativa o diretor do Departamento de Limpeza Pública, João Alves dos Reis; o servidor público Ruy Miranda do Nascimento, o secretário de Comunicação Josemar Marinho Siquara; o funcionário comissionado do município, Ângelo Manuel Ferreira de Oliveira; a empresa GPM - Mercantil Derivados de Petróleo Ltda. (Posto Oásis) e a secretária da empresa Axé & Cia Ltda., Lucieni dos Santos.
O procurador da República Paulo Augusto Guaresqui, autor da ação, informa que apesar de somente a Secretaria de Saúde de Eunápolis possuir contrato de prestação de serviços com o Posto Oásis, em apenas um dia, 8 de agosto de 2006, toda a frota de 15 veículos do Departamento de Limpeza Pública do município foi abastecida nesse posto com recursos do FMS. O desvio de finalidade da verba não parou por aí. Além de veículos de particulares, o cavalo-mecânico (caminhão-trator) pertencente ao funcionário comissionado Ângelo Manuel Ferreira de Oliveira também foi abastecido no Oásis com 800 litros de óleo diesel no valor de 1.605,60 reais, tudo pago com recursos da Saúde municipal.

O curioso, ressalta o procurador, é que o caminhão-trator, dedicado e preparado para remover trios elétricos, era alugado com exclusividade à empresa Axe & Cia, pertencente ao prefeito de Eunápolis. A autorização do abastecimento partiu da secretária da empresa Luciene Santos, quando apenas o secretário de Comunicação ou o responsável pelo setor de transportes deveriam autorizar a liberação da verba. Em depoimento ao MPF, o chefe de transportes da Secretaria de Saúde do Município, Ruy Miranda Nascimento, admitiu que era o único que poderia emitir requisições de abastecimento no Posto Oásis e que não fazia uma análise consistente das notas fiscais. O servidor público afirmou que apenas verificava os valores das notas e não sabia informar o que levou o abastecimento do trio elétrico com recursos públicos.
Por conta dos atos de improbidade administrativa, Guaresqui requer que a Justiça Federal em Eunápolis decrete, liminarmente, o afastamento cautelar do atual gestor do município. Nos pedidos finais, o procurador pede a condenação dos acusados ao ressarcimento integral do dano ao erário, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o Poder Público e de receber benefícios ou incentivos fiscais.

Número da Ação de improbidade administrativa para consulta processual: 2007.33.10.000735-3.

Enfim, uma primeira-dama que fala. E muito!

Fonte: jornal Tribuna da Bahia


A entrevista da primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, à revista Metrópole, de propriedade do empresário de comunicação Mário Kertész, repercutiu bastante na sessão da Assembléia Legislativa de ontem. Ela estava descontraída e falou de vários assuntos, inclusive tecendo críticas ao próprio governo do seu marido, governador Jaques Wagner, fato bastante explorado pela oposição. A bancada oposicionista não deixou passar em branco as declarações da primeira-dama à revista, associando as suas críticas às que eles vêm fazendo na Assembléia. “Finalmente apareceu alguém do governo para falar, já que o secretário de Comunicação não fala”, ironizou o deputado Tarcísio Pimenta (DEM). Crítico e irônico como todos os deputados oposicionistas se comportaram em relação ao episódio que dominou a sessão de ontem na Assembléia, Pimenta conseguiu arrancar aplausos quando concluiu a sua fala: “Não estou vendo nada demais. Quando li esta entrevista, vi claramente o rosto do governador Wagner”, declarou. A oposição também se sentiu atingida pela entrevista da primeira-dama, que declarou não existir oposição ao governo estadual. “É preciso perceber que não tem oposição. É uma revoada, todo mundo querendo vir pro lado de cá. É uma falta de vergonha danada”, disse ela, referindo-se aos deputados adesistas. Mesmo que a mensagem tenha sido direcionada a estes parlamentares, o fato de dizer que não havia oposição irritou os oposicionistas verdadeiros. Sobre isso, o deputado Paulo Azi (DEM) rebateu, afirmando: “A oposição não está acabando. Estamos aqui diariamente cumprindo a nossa missão”. Azi também fez críticas e concordou que a entrevista expressa a realidade do governo.(Por Evandro Matos)

Reclamações por “mudanças” repercutiram mais na oposição

Mas o que mais repercutiu entre a bancada oposicionista na entrevista da primeira-dama foi quando ela criticou o próprio governo Wagner pelas mudanças: “Eu digo a Jaques que não pode ficar igual ao presidente, demorando de fazer as mudanças necessárias”. Para o deputado Gildásio Penedo (DEM), líder da minoria na Assembléia, “a entrevista reflete a cara do governo e serve de conforto em relação ao posicionamento da oposição. A entrevista veio corroborar com a oposição, que o governo não tem rumo, já que a própria primeira-dama reconhece a falta de prioridade do governo”. Também nesta linha irônica, o deputado João Carlos Bacelar (PTN) entende que a entrevista revelou “uma sinceridade ingênua. É a verdade”. Para ele, “ela (Fátima Mendonça) apenas reconhece que o governo não tem norte e não tem projeto”. O deputado aludiu também ao trecho da entrevista em que a primeira-dama critica a adesão dos parlamentares ao governo como “uma falta de vergonha danada”, afirmando: “É um direito que ela tem como cidadã”. Em relação às críticas sobre a administração, ele disse que “ela apenas expressou a opinião do governador, pela proximidade que existe entre eles”. A repercussão da matéria entre os oposicionistas foi grande. Mesmo com minoria, eles chamaram a atenção no plenário, com todos bastante afiados e afinados nos ataques ao governo e na concordância irônica com as declarações de Fátima Mendonça. “A Bahia não tem rumo, o governo não tem rumo”, disse o deputado Gildásio Penedo. “A entrevista reflete a realidade do Estado. Se a situação concorda, não somos nós da oposição que vamos discordar”, completou o deputado Sandro Régis (PR).(Por Evandro Matos)

Governistas minimizam

Bastante provocado pelos oposicionistas, o deputado Adolfo Menezes (PTB), referido ali como um dos “adesistas sem vergonha” pela primeira-dama, chegou a usar a tribuna, mas não fez um discurso brilhante para se defender, nem atacar. Com poucas palavras, ele apenas desconver-sou. Já o líder da maioria, deputado Valdenor Pereira (PT), minimizou a polêmica, defendendo a liberdade de expressão da primeira-dama. “Ela é uma figura alegre, descontraí-da, e não mediu os passos das declarações”, disse, na tentativa de explicar os vários pontos da entrevista à revista Metrópole, que circulava pelos quatro cantos da Casa. Valdenor disse ainda que “a oposição está se baseando na entrevista da primeira-dama para desviar dos assuntos. Feliz do governo que tem uma primeira-dama como ela, jovem e descontraída”, completou. Outro que não deu guarida aos discursos oposicionistas foi José Neto (PT). Para ele, “o assunto não merecia ter tanta repercussão”. Já o deputado Leur Lomanto Júnior, líder da bancada peeme-debista na Assembléia, também fez defesa do governo, minimizando os pontos polêmicos da entrevista. (Por Evandro Matos)

Ela falou de quase tudo. E ouviu críticas, também
Leia a síntese da entrevista que a primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, concedeu aos apresentadores da Rádio Metrópole Mário Kertész, Rita Batista e Antônio Risério. Ela falou de quase tudo, ouviu críticas e também criticou o governo do seu marido Jaques Wagner:

Papel de primeira-dama

A política, em todos os sentidos, comanda o mundo. Gosto de política. Agora, política de mandato, não. Eu, Maria de Fátima Carneiro de Mendonça, ir pra rua pedir que votem em mim, porque tenho canela seca, cabelo bom ou falo bonito, não. Não quero, ninguém merece isso. Tenho o maior respeito por doutor Mário (Kertész), por Jaques, por todos que se colocam em julgamento público, mas eu não tenho coragem nem de pedir voto.

Primeira-dama ANTES
Não aparecia, não aparecia. Com Antonio Carlos, não aparecia de jeito nenhum. Com Paulo Souto, eu jantei muitas vezes também, e nunca vi a senhora dele. E a gente tá se acomodando com esse negócio de política compensatória. Não tem um grande projeto de transformação social.

A mulher na política

Não, não. Eu boto os homens todos no bolso (risos). Eu não tenho negócio de feminismo e machismo. Gosto de igualdade, sabe? As mulheres até se zangam porque eu nunca fui muito de movimento. Acho que ser feminista é cuidar da vida, pagar suas contas, não depender de ninguém, ter independência, ter liberdade. Aliás, vi uma palestra de Graça Belov. Ela falando de Confúcio, que loucura. Confúcio era uma miséria (risos). Doutor Mário, Confúcio dizia que a mulher devia ser mantida pelo pai; depois, pelo marido; quando ele morresse, pelos filhos, e se não tivesse filhos, pelo Estado. Ela não podia ganhar um tostão pra não viver só, viu? Medo. Tá vendo, Rita? Oh, Rita, se pronuncie.

Wagner governador

Por isso que acho que tem alguma coisa que ele veio fazer aqui. Vamos esperar, que o jeitão de Jaques, aquele jeito dele, daquela forma que ele é, não é à toa. Acho que, se é uma liderança que vai despontar cada vez mais, espero que as pessoas gostem, porque eu gosto. Gosto desse estilo de ser, sem precisar ter medo: me respeite sem ter medo. Um tem de respeitar o trabalho do outro.

Programas sociais

Acho que tem que dar o Bolsa Família, que o povo tá morrendo de fome, e não é só no interior não, aqui também. Brinco assim: você vai em boca livre e tá tudo lotado. A classe média está achatada. Tenho amigas que não estão conseguindo pagar a escola dos meninos. O Bolsa Família tá certo. Para a pessoa levantar da cama pra pescar, tem que estar com a barriga cheia. Mas, depois de um, dois anos, eu ia ter o maior orgulho de dizer: “Tudo bem, seu presidente, eu não preciso mais, agora tenho um emprego, já aprendi a fazer um ofício”. Isso é que seria bom. E penso também no meu trabalho de planejamento familiar. Se eu fizer esse trabalho e botar o meu Bahia no lugar certo... (risos).

Oposição ao governo

Mas é também, doutor Mário, que não tem uma oposição nisso. É uma revoada, todo mundo querendo agora vir pro lado de cá. É uma falta de vergonha danada.

Autocrítica do governo

O que vocês estão achando do governo? Muitas críticas? A saúde é dose, né?

Rumo do governo

Não sei. Mas isso ele sente bastante. Vocês deviam conversar mais com ele, marcar pra gente conversar. João Santana tem conversado com ele, porque ele próprio está sentindo isso, e isso angustia o cara, rapaz! Agora, acho que vai dar certo. Estou me dedicando exclusivamente a isso. Achei ótimo o que vocês me disseram aqui. E vou dizer a ele. A gente não veio pra brincar não.

Intimidade

Pois é, você tá vendo isso o tempo todo, né? Mas não estou me dando com ninguém que eu não me dava, não tô deixando de fora ninguém que eu tinha dentro. Atendo a todos, mas as pessoas estão mal acostumadas. Chegam e dizem: “Fatinha, eu tô com um projeto legal, maravilhoso”. Querem que eu encaminhe o projeto. Por que não vão pelo caminho normal, pelo caminho certo? Por que não entregam pro secretário, dão entrada no FazCultura? Por que é que sou eu que vou ter que entregar? Vou botar uma cruzinha no projeto, dizendo que foi Fatinha quem mandou e é pra ser aprovado? Deus é que há de me livrar! (risos).

Como conheceu Wagner

Foi na rua, na boemia. No Extudo. Eu tinha terminado meu casamento e tava assim seis meses. Sabe aquela coisa que você não sai de casa? Ficava naquela coisa e Guiga (Guilherme Sodré, ex-marido) também corria por fora, todo fim de semana colava, pra não dar chance. Mas um dia eu me danei e saí com uma amiga minha. Jaques era candidato a deputado federal e tinha o retrato dele no bar, bem ali na minha frente. Eu fiquei olhando e disse: taí, ó, gostei da pessoa. Foi no cartaz. Depois, pessoalmente, rolou também e tal. E aí foi indo e veio o amor.

Sobre ciúme

Tenho. Mas tenho ficado cada dia melhor, acredita? Assediado, como? Mandam bilhete? Mandam recado? Ele não tem tempo e lá em casa ninguém dá folga (risos). Fico, é lógico. Mas sabe o que eu acho? Já pensou se Jaques chega em casa nove da noite e eu estou de cara feia, dizendo “você errou aqui a licitação e tá horrível a situação da saúde”? Você já imaginou isso? Aí era que ele só ia chegar em casa meia-noite, e olhe lá (risos). Ele chega em casa e eu estou sorridente, feliz, realizada. Mas eu acho que eles já fazem isso. Mais que o governador, que fica muito preso a algumas funções. Você ter uma primeira-dama que fale desse jeito! Outro dia, eu fui jantar no palácio – e olhe que já estive jantando lá com uns 30 governadores – e foi, rapaz, o melhor de todos. Porque foi descontraído, tranqüilo, a gente brincou.

Comparação com Evita

Acham que eu pareço com Evita, pelas coisas que falo, que vou ajudar e tal. Vou atender todo mundo. Mas, quando uma amiga chique, socialite, diz: “menina, eu tô te ligando e cê não atende”, digo logo: “eu só estou atendendo os pobres, você ainda não está precisando”. E aí é por isso. Mas nem conheço muito bem a história de Evita. Li um livro sobre ela, e só.

Relação com Wagner

Até adoro uma briga, mas não acho (risos). É difícil brigar com ele. É uma briguinha de vez em quando pra dar uma temperada. Mentira, ele é muito equilibrado. Ele sabe que a gente se adora, se ama. A coisa que mais incomoda ele é alguém pensar que tá passando ele pra trás, com falcatrua. Tentando usar ele pra algum esquema.

No palácio

Não, eu não administro o palácio. A gente faz o que pode. Apaguem a luz, meninos! Desliguem a televisão, sacanas! O dinheiro, aqui, é como na casa de vocês: tem de economizar! E temos economizado bastante. O patrimônio entrou lá, depois de 20 anos, pra fazer todo o inventário. Agora tem plaquinha em tudo. Porque, na hora em que eu passar adiante, podem conferir tudo, pra não dizer que sumiu na minha mão.

Ocupação do tempo

Quando não tem o que fazer, gosto de dormir cedo. Quando tem, não me incomodo de dormir tarde. Gosto de ficar vendo minha televisão-zinha. Agora, tô vendo Blonde, Marylin Monroe. Que loucura a bichinha sofreu. E não gosto de acordar muito cedo.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Sessão Plenária da Câmara: Prefeito perde em duas importantes votações

Após um período de quase sessenta dias de recesso parlamentar os vereadores voltaram a se reunir nesta terça-feira pela segunda vez, e trataram de temas importantes para a comunidade. Já no grande expediente o vereador Nilton Nogueira da Silva (DEM) falou sobre o decréscimo da população unense, haja visa da falta de preocupação do Poder Executivo Municipal.

Foi quebrado o protocolo pela mesa que autorizou a presença em plenário de uma diretora da APAE que prestou uma salutar homenagem aos 10 anos da instituição em Una, encerrando com uma linda leitura de uma carta por uma aluna excepcional. Também se abriu precedentes a diretores da SSB – Bahia Produtos Naturais, que pediu alteração na Lei em lhes foi doado um terreno para a construção de uma fábrica.

A maior polêmica da noite foi o veto do prefeito a Lei que criou o projeto de criação do conselho do FUNDEB, quando o executivo retirou do conselho o representante do Sindicato dos Professores, o representante do Judiciário e do Legislativo. O veto foi rejeito parcialmente por unanimidade, mantendo o representante do Sindicato dos Professores.

O prefeito José Bispo Santos (PT do B), o Zé Pretinho não levou vantagem no pedido de autorização para assinatura de convênio. Tendo seu tempo reduzido de 06 para 04 meses pelo Vereador Antonio Silva dos Santos (PR) e, posteriormente sendo retirado de pauta a pedido do Vereador Nogueira, até que o executivo venha prestar contas dos convênios já assinados.

Os vereadores também aprovaram por unanimidade o projeto de autoria dos parlamentares Nara Santos Muniz (PHS), Antonio Silva dos Santos (PR), Alfeu Oliveira Santos (PT do B) e Itanael de Góes Santos (PHS), que concedeu um reajuste de 20% ao servidores do Legislativo que já estava há 10 anos sem aumento.

SSBahia: Vereadores se reabilitam de seus erros

A Lei 737 de 02 de maio de 2007 teve pedido de reforma por parte da empresa SSBahia – Produtos Naturais. Existe um dispositivo no diploma que possibilita o retorno da doação ao município no caso da não implantação da empresa no período superior a um ano.

Essa lei foi aprovada as pressas a pedido do prefeito José Bispo Santos (PT do B), o Zé Pretinho para a implantação de uma empresa no município que faria um investimento de cerca de R$ 12 milhões, o que motivaram os legisladores em aprovar o projeto do Executivo.

Os “empresários” que não tiveram os recursos para construir um galpão para funcionamento da empresa, foi em busca de financiamento junto ao Banco do Nordeste, o que não aceitou a doação. Como garantia de financiamento seria preciso que o município confirme a doação integral do terreno, e isso foi contestado pelos parlamentares Nilton Nogueira da Silva (DEM), Antonio Silva dos Santos (PR) e Alfeu Oliveira Santos (PT do B).

Um dos empresários de nome Carlos, que até parece Marcos Valério, o homem do mensalão, até subiu a tribuna para se justificar diante dos parlamentares, todavia sabatinado pelo Vereador Nogueira, não conseguiu se justificar, dizendo até que o aludido vereador seria o mais sabido de todos.

Possivelmente aquele terreno que fora doado deva voltar para o município, haja vista que de R$12 milhões prometidos em investimento já caiu para R$ 700 mil, conforme pronunciamento do “Dr”. Carlos. Uma empresa que não apresentou capital de giro, capacidade de investimento e nem CNPJ, não é de se esperar muita coisa.

Promotor pede afastamento de 21 beneficiados por nepotismo

Fonte: Assessoria de Comunicação Social Editoria Local Data: 28/08/2007 Redatora: Maiama Cardoso -MTb/BA 2335

Buscando coibir a prática de nepotismo no município de Paulo Afonso (localizado a 450 Km de Salvador), o promotor de Justiça Hugo Sant'Ana está requerendo na Justiça o afastamento de 21 servidores ocupantes de cargo comissionado, parentes, de até terceiro grau, do prefeito, secretários e vereadores. Na última terça-feira, dia 21, o representante do Ministério Público estadual ajuizou uma ação civil pública contra o Município e as 21 pessoas favorecidas em razão da relação de parentesco guardada com membros dos poderes Executivo e Legislativo municipal.

Na ação, o promotor de Justiça solicita também que o juiz declare nulos os atos administrativos de nomeação dos servidores, que, segundo ele, devem ser mantidos afastados dos quadros da administração enquanto mantiverem vínculo de parentesco com os gestores municipais. Segundo Hugo Sant'Ana, a Promotoria enviou recomendação ao prefeito Raimundo Rocha para que ele, no prazo de 45 dias, providenciasse a exoneração dos funcionários beneficiados com o nepotismo. Entretanto, reclama o membro do MP, “foi com surpresa que recebemos a resposta” de que o chefe do Executivo, por força da Lei Municipal nº 1.086/2007, de iniciativa da Câmara, deixou de exonerar as pessoas indicadas na recomendação.

Hugo Sant'Ana esclarece que a referida lei “é inconstitucional”, pois contém uma série de violações a Constituição Federal, “vez que admite a contratação de parentes pela administração pública municipal, quando deveria vedar”. Para ele, a lei que permite a nomeação de quatro familiares de cada membro do Executivo e Legislativo foi editada com o propósito do município se desviar da recomendação. Uma irregularidade que, de acordo com o promotor de Justiça, permite que os ocupantes das mais altas patentes da administração municipal premiem seus familiares com cargos, “sem qualquer exame de consciência ou de competência dos contratados, como se ainda estivéssemos na época das capitanias hereditárias”. Por isso, ele também pede que o Município seja condenado a não nomear em cargos comissionados, neste ou em outro mandato, qualquer pessoa que tiver parentesco, de até terceiro grau, consangüíneo, civil ou afim, com o prefeito, vice-prefeito, secretários municipais e vereadores, sob pena de multa pecuniária diária pessoal ao prefeito no valor equivalente ao dobro do salário estabelecido para cada servidor, indevidamente, nomeado.

A desídia de um gestor público

Pelo Radialista Renê Sampaio – DRT 6.319

Nó tem nem aí para nada, não importa o que venha pela frente, o presente me interessa bastante para eu esquecer um pouco do meu passado, o enigma do poder para quem alcança sem se importar com a população que lhes outorgara uma missão para lhes representar e trazer-lhes beneficias.

Um dos pecados capital são o egoísmo e a vaidade e isso parece entranhar na mente dos políticos brasileiros, que não se cansam de saciar a sua maldita sede pelo poder e pelo mal, sem permitir que o seu povo tenha as beneficias de uma água pura e cristalina.

Uma simples dedicação de quem detém o poder pode significar uma melhoria de vida de uma comunidade por uma boa distancia de tempo, entretanto o cansaço dos passeios de barco e as constantes viagens às belíssimas cidade do país, principalmente Salvador e Brasília, tem feito com que a mente dos poderosos deixem de produzir.

O censo demográfico real de uma comunidade representa uma melhora de vida para o seu povo, vez que possibilita uma análise macro das suas necessidades, dando condições de investimento com mais eficácia. Dez pães para dividir entre 8 pessoas, é melhor do que 8 pães para 10 pessoas, é uma conta simples de matemática.

22.674 habitantes, há quem diga isso é devido à evasão de unenes correndo da crise financeira que assola o município, no meio a uma administração flutuante e duvidosa, seria o inicio do fim de uma comunidade, perder 8.587 em sete anos, sem levar em considerações os nascimentos nesse período.

A bem da verdade o responsável pela contagem da população é o Governo Federal, através do IBGE, todavia o mais interessado é o município, pois a federação repassa os recursos do FUNDEB, FPM, SUS e outros, com base na quantidade populacional.

A desídia da administração pública municipal pela contagem de seus administrados ou representa a responsabilidade na prestação de contas, por não poder gastar com coisas estranhas as suas responsabilidades, a falta de responsabilidade com a comunidade, ou egoísmo de seu gestor que já pensa em não se re-eleger, e causará dificuldade ao próximo gestor, possibilitando o seu retorno futuro.

Una tem menos habitantes que há 16 anos,


Senão bastasse as alertas do vereador Nilton Nogueira da Silva (DEM) em diversas sessões plenária da Câmara de Vereadores e do secretario de Transportes da Prefeitura Municipal de Una, de nada valeu, pois o prefeito José Bispo Santos (PT do B) se descuidou e demonstrou mais uma vez o desleixo pela adminitração pública, permitindo que Una perdesse mais de 27% de seu número de habitantes, segundo informações extra-oficial do IBGE.

O município de Una teve uma população menor que a de 1991 que foi de 23.757 habitantes. Este ato de irresponsabilidade da administração pública representará um decréscimo significante das receitas a partir dos próximos anos e ocasionará uma recontagem de eleitores, que não pode representar mais que 60% dos habitantes.

Ao menos dez famílias investigadas por este blog deixaram de ser recenseadas, o que significa que houve uma desídia por parte dos responsáveis pela contagem. A Prefeitura não disponibilizou meios para que os cálculos fossem reais e os recenseadores visitassem todas as residências.

MP ouve mais funcionários da Prefeitura de Una


Está ocorrendo durante a manhã desta terça-feira (28) e se prolongará pela tarde audiências do Ministério Público com diversas funcionários, diretores e secretário da Prefeitura Municipal de Una, as audiências são referentes às denuncias de atos de improbidade administrativas que envolvem o prefeito José Bispo Santos (PT do B) o Zé Pretinho.

O prefeito que vem sendo investigado pelo Ministério Público Estadual e Federal desde o inicio desde ano, sobre o empréstimo do Banco Matone/RS, pagamento a empresas supostamente fantasmas, e possível fraude em licitações, ainda não se pronunciou em público sobre as denuncias.

Zé Pretinho já se declara candidato a re-eleição, possivelmente confiando na impunidade, todavia existem diversos gestores na mesma situação do prefeito, inclusive alguns já foram até presos, e outros afastados ou cassados de seus cargos. Outro fato que incide nas acusações ao prefeito são as inúmeras denuncias no Tribunal de Contas dos Municípios, inclusive de não disponibilizar as contas à visitação pública.

Um novo nome é preciso

Para os internautas é preciso que surja uma nova liderança em Una, conforme enquete deste blog que apontou 88% dos 25 votos, de aprovação ao surgimento de um novo nome na política local. Houve também quem desse um voto pelo novo surgimento, apesar de não votar na nova liderança.